Depois de um
a noite bem dormida em La Spezia, uma pequena cidade na costa mediterrânica, “apanhei” um comboio com destino a Génova mas que pára nas Cinque Terre .
Esta viagem começou de um modo um pouco “violento” mas com a sua graça….Um comboio cheio até rebentar, em que fui empurrada e esmagada para conseguir entrar e talvez até apalpada, não me apercebi, tão preocupada que estava em proteger a minha mochilinha e, nestes “preparos” fui até Riomaggiore (todas as pessoas que iam na viagem, sofreram a mesma tortura, excepto as que vinham sentadas e mesmo essas, iam bem encolhidinhas, com medo de que as que iam em pé lhes caíssem no colo). O que me valeu foi a viagem ser muito curta, durou poucos minutos. Na altura recordei um vídeo que vi há uns tempos, filmado numa estação do metro no Japão, em hora de ponta, em que se viam funcionários da companhia, fardados e com luvas brancas, a empurrar as costas dos utentes para que as portas das carruagens se pudessem encerrar.

Esta viagem começou de um modo um pouco “violento” mas com a sua graça….Um comboio cheio até rebentar, em que fui empurrada e esmagada para conseguir entrar e talvez até apalpada, não me apercebi, tão preocupada que estava em proteger a minha mochilinha e, nestes “preparos” fui até Riomaggiore (todas as pessoas que iam na viagem, sofreram a mesma tortura, excepto as que vinham sentadas e mesmo essas, iam bem encolhidinhas, com medo de que as que iam em pé lhes caíssem no colo). O que me valeu foi a viagem ser muito curta, durou poucos minutos. Na altura recordei um vídeo que vi há uns tempos, filmado numa estação do metro no Japão, em hora de ponta, em que se viam funcionários da companhia, fardados e com luvas brancas, a empurrar as costas dos utentes para que as portas das carruagens se pudessem encerrar.


Depois de completar a volta pela aldeia
propriamente dia, dirigi-me para a Via do Amor (foto no post anterior). Esta foi escavada ao longo de penhascos semelhantes aos que se vêem nesta figura e é uma varanda com um um comprimento bastante considerável, percorria-a, deliciei-me e suspirei com as provas de amor que por lá fui vendo mas... conto noutro dia

Apontamento prévio:
ResponderEliminarO meu comentário ao post anterior foi parar às malvas e este estou a escrevê-lo pela 2ª vez. Deves ter trazido mal olhado lá das itálias...
Tinha dito eu (mais ou menos) que também me veio à ideia essa história do metro de Tóquio com os funcionários a "enlatarem" os passageiros com uns empurrõezitos...
Mas fiquei preocupado contigo quando dizes que não sabes se foste apalpada. Então quem sabe? Os apalpadores, ou já é falta de sensibilidade? :-)
Enfim...apalpada ou não lá chegaste à Via do Amor e agora resta-nos esperar pelas revelações que não deixarás de nos fazer...
Venham elas!
Bjo.
Querido Carapau e devo ter trazido mesmo, o meu computador não está famoso e ainda não tive tempo de o levar ao doutor.
ResponderEliminarNão fiques preocupado porque eu...mas...pois sim...compreendes...
Aguarda pacientemene...porque no sábado vou dar uma saltadinha a outro lado...
Beijinhos embrulhados para ti!
Olá Maria Teresa,
ResponderEliminarMais apalpão menos apalpão...Vou viajando consigo!
Cá fico á espera das suas histórias reais que me deliciam.
Bjs dos Alpes
Querida Flor é isso mesmo :):):)(ri-me com gargalhada)o esmagamento e os empurrões eram tantos e de tal forma, que eu não consegui descodificar, com muita pena minha:):):)
ResponderEliminarBeijinhos embrulhados para si!
Itália tem recantos fantásticos, a merecerem várias visitas, pois não é nos circuitos organizados que se fica a conhecer. E fiquei preocupado com o facto de "talvez teres sido apalpada". Daqui a quanto tempo é que achas que vais ter a certeza?
ResponderEliminarBeijocas!
Querido Rafeiro tenho que lá voltar para ter a certeza, certezinha...:):):)
ResponderEliminarBeijinhos embrulhados para ti!
É feio apalpar uma avozinha!
ResponderEliminarMas há comboios que mais parecem latas de sardinha...vivinha!
Querido Rouxinol o seu "protesto" em favor das avózinhas fez-me soltar uma enorme gargalhada!
ResponderEliminarNão será feio apalpar quem quer que seja, desde que essa pessoa não esteja interessada nisso?:):):)
Beijinhos embrulhados para si!
Olá, menina maria teresa,
ResponderEliminarOra bem, viagem sem um "acidente de percurso" é coisa que nunca acontece com esta menina. Pois lá foi num: "...comboio cheio até rebentar, em que fui empurrada e esmagada para conseguir entrar e talvez até apalpada".
Além da beleza da viagem, esta sim, inquestionável, a questão da perca de sensibilidade é de facto, preocupante. Faço minhas as palavras do Carapau. Que coisa estranha!...
Bom, e como vais "levantar voo" uma vez mais, boa viagem.
Só uma perguntinha super inocente: é promessa?!
Beijinho sem nada, sem embrulho, beijinho zero.
P. S. É que até a alma mais cristã fica com invejinha!
Querida Teresócas muito me tenho rido com a reacção "desse lado" a esse pequeno pormenor do "apalpanço"...será que no meu íntimo eu ando com vontade de ser apalpada...caso para ser psicanalisado:):):)
ResponderEliminarÀ pergunta "super-inocente" respondo: uma vezes é necessidade de fuga para retemperar forças para enfrentar certas e determinadas situações e para deixar respirar quem me rodeia...outras é para compensar alguns anos de "prisão" motivados por doenças das pessoas que amei (e que continuo a amar no vazio) e outras porque me apetece...
Gosto de um beijinho zero é diferente!
Beijinho um para ti!