Esta semana terminou com um conto de suspense com fim previsível mas muito mais maquiavélico ... Fez-me lembrar as famílias que são muito permissíveis para com os seus rebentos, com rédeas de muitos quilómetros de comprimento e de um dia para outro, reduzem essas rédeas a meia dúzia de centímetros. Que acontece? Na maioria dos casos as "criancinhas" revoltam-se e entram numa espiral de "ataques cerrados" a tudo e a todos ... Porque é que estes progenitores não rectificam os seus erros de educação, educando e aplicando?
Enfim, não foi bem este assunto que me trouxe até aqui. Vim para vos deixar, mais uma vez, uma Doçura ou Diabrura...
A fotografia foi tirada por um amigo virtual (não façam filmes é mais novo do que os meus filhos e é um homem muito lutador) e que me a dedicou, no Facebook, em 2010, no dia dos meus anos. Obrigada "Bombas"!
ESPERANÇA AMOROSA
Grato silêncio, trémulo arvoredo,
Sombra propícia aos crimes e aos amores,
Hoje serei feliz! - Longe, temores,
Longe, fantasmas, ilusões do medo.
Sabei, amigos, Zéfiros, que cedo
Entre os braços de Nise, entre estas flores,
Furtivas glórias, tácitos favores,
Hei-de enfim possuir: porém segredo!
Nas asas frouxos ais, brandos queixumes
Não leveis, não façais isto patente,
Que nem quero que o saiba o pai dos numes:
Cale-se o caso a Jove omnipotente,
Porque, se ele o souber, terá ciúmes,
Vibrará contra mim seu raio ardente
Bocage ("Bocage Sonetos", livros de bolso * Europa-América)
NÃO TENHAM "MEDO" DE ACEITAR, ESTES AINDA NÃO PAGAM IMPOSTO, AQUI VÃO OS MEUS BEIJINHOS EMBRULHADOS!




