Li, há poucos dias, no blogue do João Roque, um texto no qual ele fala de uma borboleta azul tatuada com alguma relevância, texto interessante, sintético mas intenso, relato de uma relação sexual de curta duração.
Memórias perdidas da minha vida amorosa vieram ao meu consciente e recordei ... recordei um dia em que coloquei uma borboleta não azul, não tatuada, mas colada, numa das minhas coxas. Era uma "estampa" semelhante a muitas que ainda, na atualidade, por aí vão aparecendo ( quem lida com crianças sabe bem como se colam e como são).
O porquê desta minha pequena " loucura"? Fácil de entender, foi usada para iniciar um jogo amoroso com o pai dos meus filhos, as crianças foram "despachadas" para casa dos meus pais, quando o meu companheiro de vida entrou em casa, começou o desafio: " o que estava a mais no meu corpo"?
O resto do episódio deixo à vossa imaginação! Cada um de vós o que faria? Não precisam de confessar (mas fico curiosa)!
Para se manter viva a chama do AMOR e da PAIXÃO temos que ser criativos e (re)criar situações, desafios, surpresas...felizmente a mim e ao meu marido, enquanto casal, amantes e amigos isso nunca nos faltou!