domingo, 10 de fevereiro de 2013

DOÇURA OU DIABRURA CXV

Corista por um dia, um sonho realizado

Uma DOÇURA ou uma DIABRURA é quando nós quisermos, como este fim de semana vai ser prolongado para alguns, “esta” vai aparecer só agora, não tive cabeça, nem disponibilidade para a fabricar mais cedo.
O Carnaval tem data marcada, mas muitos de nós andam a ver “palhaços ricos” há uns tempos, fora da época os quais, para piorar a visão, fazem de nós o “palhaço pobre”, aquele que é achincalhado, leva umas tantas ou quantas bofetadas e uns pontapés no traseiro.



ALEGRIA CARNAVAL

“Meu compromisso com o sofrer 

Vai se acabar 
Vi que isso não tem nada a ver 
Hoje quero recomeçar 
Transar um novo amor prá mim 
Viver enfim 
Não posso me ligar 
Se acaso for chorar 
Quem tanto mal me quis 
Não quero nem saber 
Tem mais é que sofrer 
Enquanto sou feliz 
Quero viver a vida 
Ir prá avenida com a multidão 
Braço e abraço 
Mão na mão 
Todo mundo é meu irmão 
Noite ou dia é tudo igual 
Alegria e carnaval
Meu compromisso com o sofrer 
Vai se acabar 
Vi que isso não tem nada a ver 
Hoje quero recomeçar 
Transar um novo amor prá mim 
Viver enfim 
Não posso me ligar 
Se acaso for chorar 
Quem tanto mal me quis 
Não quero nem saber 
Tem mais é que sofrer 
Enquanto sou feliz 
Quero viver a vida 
Ir prá avenida com a multidão 
Braço e abraço 
Mão na mão 
Todo mundo é meu irmão 
Noite ou dia é tudo igual 
Alegria e carnaval”
Alegria Carnaval
Ney Matogrosso


PARA TODOS UMA SEMANA SEM GRANDES SOBRESSALTOS, SEM SE ESQUECEREM DOS BEIJINHOS EMBRULHADOS! 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

JÁ NÃO SOU!


Observo-me num espelho e mal me reconheço, os meus olhos não acompanham o meu sorriso.


Mas os meus sonhos ainda existem!

Continuo a sonhar envolta por um véu cristalino que ao menor sopro se desfaz:

Sonho-me envolvida num lençol de algas, algas que acariciam o meu corpo já envelhecido!
Sonho-me num galope vertiginoso, calcando a areia de uma praia deserta!
Sonho-me no meio de um jardim pintado por Monet!
Sonho-me vestida como as figuras femininas de Renoir!
Sonho-me, sem temor, a contemplar o infinito!

Já não sou quem era!


sábado, 2 de fevereiro de 2013

DOÇURA OU DIABRURA CXIV

Eis-me de volta, com o computador a funcionar novamente, o "doutor" que o tratou, resolveu a situação rapidamente e com eficiência (podia ter resolvido dando-lhe uma "martelada"), o Fiat foi visto por um "perito" que ainda não decidiu nada (????). Estas atitudes não entendo, fico à espera que decidam? Quem? O quê? Porquê? Logo se vê, não quero é ter que "entrar a matar", quando o faço, sou tão maçadora, tão maçadora, que faço fugir o diabo, mas o mais "grave" é que me divirto com isso!
Já vos comecei a visitar como  se devem ter apercebido, sem ter quem me limite o tempo (vou dar o braço a torcer, os meus filhos até tinham razão, o computador é utensílio de trabalho para qualquer um deles).

Depois das notícias o que está destinado, neste cantinho, aos fins de semana, então cá vai:

"Sem significado
entre um sábado e o outro
ficam os dias úteis
desejo
dum fim de semana diferente
afinal
tão igual aos outros"
Armando Taborda ( in SonhoGrafia, Universitária Editora)

LONGE DO PENSAR DO POETA, DESEJO A TODOS UM FANTÁSTICO FIM DE SEMANA, MUITO DIFERENTE DOS PASSADOS, TALVEZ COM "DESPORTOS RADICAIS", PORQUE NÃO? QUE CADA UM PRATIQUE O "DESPORTO RADICAL" QUE MAIS LHE AGRADE!
 MAS SEMPRE COM OS MEUS BEIJINHOS EMBRULHADOS!


domingo, 27 de janeiro de 2013

DOÇURA OU DIABRURA CXIII

Desta vez a Doçura ou Diabrura do fim de semana, é uma diabrura, mais do que uma, a atingirem a minha pessoa, ou melhor, "propriedades" minhas.
Flores para todos
Começou no IC19, um motorista, felizmente muito bem educado, deu uma" trolitada" na traseira do meu bólide, não foi no meu Peugeot que todos conhecem, quando escrevi sobre ele, numa altura em que pensava que o tinha assassinado, foi num carrinho que comprei há meia dúzia de meses. Em seguida, um 3º carro bateu no que tinha batido em mim (uma forma de dizer)...homens ao volante em tempo de chuva, não sabem moderar a velocidade, nem manter a margem de segurança. Eu fui a que saiu mais ilesa embora o meu Punto tenha ficado com o rabo lesionado. Coitadinho|!
Continuou a minha (des)aventura, o senhor meu computador deixou que o seu motor de arranque fosse para o "galheiro". Neste momento está à espera que o leve ao doutor! Será que tem cura? Espero que sim! As minhas finanças, tal como as de muita gente, andam por baixo, é como o ponteiro que indica a gasolina, estão quase a roçar o vermelho!
Haja saúde!

PS.Não sei quando regresso, estou também dependente da boa vontade dos meus filhos em me deixarem aproximar dos respectivos computadores ou Ipad. São uns malvados e eu a pensar que lhes mudei imensas fraldas e que lhes comprei o primeiro computador em que mexeram:):):)

BEIJINHOS EMBRULHADOS PARA TODOS!
ATÉ BREVE!


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

REGISTO

O meu casamento com a máquina fotografia está em  crise

Todos aqueles utensílios que têm botões, múltiplas funções, as chamadas novas tecnologias, me causam uma certa aversão e uma certa incapacidade de reacção.
Não gosto de enviar mensagens, gosto de ouvir a voz de quem quero contactar, embora possa ser por breves instantes. Quando necessário, gosto de ouvir o som do relógio despertador, colocado no criado mudo, (gostei de chamar este nome à mesa de cabeceira) porque programar o telemóvel para o fazer, ele pode vir a tocar uns dias depois (já me aconteceu). Odeio telefonar para uma entidade pública e ter que carregar em vários "botões", que me vão enviando para outros e acabar por desligar sem ficar a saber nada de nada, nem sequer me dão um certificado de especialista no carregamento de teclas.
O Ipad, coloca-me os olhos em bico, os mails que não consigo abrir desesperam-me, as playstation empobrecem-me a bolsa (tanto mais que não brinco com elas, servem para me zangar com os netos quando tentam não as largar quando vão a qualquer lado).

Deixo aqui um registo, para a posteridade, sou uma nulidade nestas lideranças.
Mas, vaidade das vaidades, sinto-me um “espanto” por ter conseguido fazer um Registo. Não é das peças da Arte Sacra que mais aprecio, no entanto, tenho amigas que até os coleccionam, nada melhor do que aprender a fazer um para depois o transformar num beijinho embrulhado.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"TÁ-SE BEM!"

Acabei de consultar as tabelas do IRS, disse uma palavra muito feia e vou punir-me sonhando, ao teclado do computador, com uma viagem …

Aos poucos a ilha começa a tomar forma, entre o arvoredo avistam-se velhas casas senhoriais, o velho cais lá está à minha espera e perto dele, algumas palhotas rodeadas de palmeiras.
Cheguei!
Águas tépidas e cristalinas chamam por mim e a praia convida-me para uma caminhada.
O sol está quase a adormecer, alguns dos seus raios desenham sobre o areal desnudado, figuras de sombra e luz indescritíveis.
Oiço risos de crianças e o tilintar dos sinos de vento…
Quero tornar-me num dos habitantes de uma das palhotas, sem nada que me faça lembrar a (in)civilização!

O telefone toca é uma chata do RCI (uma “coisa” que promove o aluguer de apartamentos e viagens, da qual já fui cliente, mas que considero “banha da cobra”), o meu sonho esfuma-se … Sou brusca nas respostas, mal-educada até, estou fartinha deles!
Decido que não vou pensar no IRS nos tempos mais próximos, esperando, no entanto, que a minha alucinada imaginação não se vá embora, levada por uma forte ventania!

“Tá-se bem!” (não se está, mas posso brincar ao faz de conta, ou não?)

sábado, 12 de janeiro de 2013

DOÇURA OU DIABRURA CXII


Há cerca de uma semana, logo a seguir a ter publicado a Doçura ou Diabrura anterior a esta, Maria Dolores Piteira entrou em contato comigo, tinha detetado que uma poesia sua, era o mote de uma Doçura ou Diabrura publicada em 2011, já nem se lembrava dela confessou, ofereceu-me mais duas, uma no comentário que fez e depois outra por e-mail.
Maria Dolores tem obra publicada, para além de “Labirinto de Espelhos” (junto com mais dezanove autores, em 2007), editou “Mar Sereno na Noite” (em 2004) e “Traços de Percurso”(em 2006).
Temos mantido contato e deixar que uma amizade fluía (palavras dela)…
Hoje faz parte da Doçura ou Diabrura o primeiro poema oferecido.

Se a magia se perde
o olhar fica mais frio

estilhaçado como um espelho
um olhar morto.



Da realidade emerge um rosto
cru e duro
que já não nos aquece
dá sentido alegria ou razão
e nosso olhar é um olhar acordado.



Da voragem partiu para outro abraço.

É O TEMPO DE RENASCER.OUTROS IMANS

M.Dolores Piteira

24/12/2012


PARA TODOS UM RESTO DE FIM DE SEMANA COM "OLHARES"AQUECIDOS PELO AMOR!
E, COMO NÃO PODIA DEIXAR, AQUI VÃO OS MEUS BEIJINHOS EMBRULHADOS!