| A máscara é pequena, aqui pode-se comparar o tamanho |
| Pormenores da pintura |
Há mais de 30 anos, o escultor
Abel dos Santos, improvisou um cinzeiro que, nas reuniões, passava de mão em
mão. Moldado em barro, muito tosco, feito num momento, eu que nunca fumei, via no seu esgar a
morte, acreditava que transportava um aviso camuflado do seu criador.
Abel dos Santos partiu há pouco tempo,
esse cinzeiro encontrava-se em meu poder há décadas, era eu que presidia a essas reuniões,
quando deixei de o fazer o Abel, um Homem de uma criatividade enorme, um Amigo
que todos respeitavam, sempre disposto a ajudar tudo e todos, deixou-me ficar com
a máscara.
Muitas de nós chamávamos-lhe: Mestre!
Não me perguntem porquê, mas ao fim de todo este tempo, deu-me uma vontade
louca de lhe dar "colorido de vida" e a pintura resultou no que podem ver nas imagens.


